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arquitetura e projeto de clinica odontologica belo horizonte arquiteto engenheiro anvisa vigilancia sanitaria rdc 050
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arquitetura e projeto de clinica odontologica belo horizonte arquiteto engenheiro anvisa vigilancia sanitaria rdc 050
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arquitetura e projeto de clinica odontologica belo horizonte arquiteto engenheiro anvisa vigilancia sanitaria rdc 050

       Projetos de Clínicas Odontológicas

Clínicas e consultórios odontológicos possuem suas próprias características e particularidades de acordo com inúmeros condicionantes. Não existe modelo-padrão a ser seguido. Alguns fatores influenciarão diretamente os conceitos funcionais e arquitetônicos a serem adotados. Deve-se considerar a somatória desses fatores. O projeto de montagem de um consultório odontológico segue seis etapas: objetivos, aspectos quantitativos, recursos disponíveis, espaço físico, necessidades e proposta de funcionamento. Elaboramos projetos de clínica odontológica segundo os seguintes aspectos:

Objetivos: Filosofia de trabalho, especialidades que se pretende enfatizar, metodologia de trabalho e perfil de pacientes pretendidos.

Aspectos quantitativos: O número de atendimentos diários, ciclo de pacientes, perspectiva de expansão de atendimento, número de profissionais no local, etc. Recursos disponíveis - O valor do investimento e o cronograma de desembolso fazem parte do processo de planejamento e exigem uma visão de futuro para evitar a curto e a médio prazo obsolescência física e funcional.

Espaço Físico: Local onde o consultório será implantado, com avaliação das condições preexistentes, a área disponível e os fatores externos (acessos de automóvel, transporte público, pedestres, os edifícios vizinhos, etc.).

Necessidades: Listagem detalhada de todas as atividades e dos ambientes da clínica com suas áreas previamente estabelecidas de acordo com a legislação vigente e as exigências específicas de uso, além do número de usuários por sala. As necessidades dividem-se em técnicas, administrativas e pessoais.

Proposta de funcionamento
Plano de trabalho que irá condicionar todas as etapas do projeto operacional e arquitetônico da clínica, considerando todos os fatores listados anteriormente e com o apoio dos fornecedores de equipamentos.

Todos os espaços de uma clínica ou consultório devem ser organizados segundo sua compatibilidade e sua inter-relação formando agrupamentos adequados. A proximidade ou o distanciamento entre um espaço e outro pode favorecer ou prejudicar a biossegurança e a ergonomia, podendo comprometer o funcionamento ideal dos espaços em questão. A ligação entre os espaços deve considerar os diversos tipos de deslocamentos internos existentes em uma clínica ou consultório e suas respectivas complexidades.

Na distribuição dos espaços, a sala do consultório é o foco central, interligada com recepção e demais setores de apoio. Posições de portas, por exemplo, são fundamentais para definir fluxo e posicionamento ergonômico do consultório.

Uma vez observada a distribuição destas áreas, desviamos nossa atenção para a sala do consultório. A correta distribuição de seu espaço recomendada pela ISO e a FDI divide a sala em áreas, idealizando-se o mostrador de um relógio onde o centro (eixo dos ponteiros) corresponde à boca do paciente, estando este na cadeira odontológica na posição horizontal. Em torno do centro são traçados três círculos concêntricos (A), (B) e (C) com raios de 0,50m, 1,0m e 1,50m, respectivamente.

Outra importante área é a de esterilização. Este espaço considera o correto fluxo de materiais recomendado por inúmeros profissionais. Note em uma pequena área anexa à sala de consultório é possível, sem muito investimento, desenvolver uma eficiente área de recirculação de materiais.

A sala do consultório e a área reservada à esterilização necessitam de cuidados especiais nas instalações hidráulica, elétrica e pneumática. Estas devem ser embutidas ou protegidas por calhas ou canaletas externas, para evitar depósito de sujeira. Deve-se atentar para especificações, bitolas e conexões apropriadas aos equipamentos.

Outro item importantíssimo do projeto, aliado às características técnicas, é a humanização do ambiente. O projeto deve assegurar funcionalidade sem se esquecer do conforto e bem-estar dos usuários. Criar ambientes atrativos e personalizados, através de formas, cores, luzes e jardins, contribui para o psiquismo do paciente, deixa-o mais relaxado e confortável. A humanização, além de causar a sensação de estímulo e calma, promove a credibilidade do profissional.

A acuidade visual é fundamental para a atividade clínica, que tem relação direta com a iluminação. Além disso, a luz transmite sensações, daí ser importante a escolha adequada de sua cor associada ao tipo de luminárias. O ambiente da sala clínica necessita de luz fria, mais semelhante possível à luz do dia, para o profissional operar com o máximo rendimento e facilitar a identificação dos materiais dentários, com o máximo de fidelidade. Na sala de recepção, indica-se luz mais suave com tons amarelados por oferecer conforto e relaxamento. Outra possibilidade de quebrar a frieza destes ambientes é utilizar abajures e outros elementos decorativos.

Já os revestimentos (paredes, divisórias e pisos) devem ser de materiais laváveis, resistentes, impermeáveis e com superfície de baixo índice de porosidade, para facilitar limpeza e descontaminação. As paredes da sala onde será instalado o aparelho de raios-x devem ser revestidas de forma a impedir a passagem de radiação.

O projeto de clínica odontológica requer cuidados. Não é nada interessante conviver com erros de projeto depois que a clínica já está montada e que todo o investimento já foi feito.

O projeto de um consultório ou clínica de odontologia é bastante complexo e deve ser planejado nos mínimos detalhes para que fique funcional, ergonômico e agradável. Não é nada interessante conviver com erros de projeto depois que a clínica já está montada e que todo o investimento já foi feito. O assunto é bastante extenso, mas preparamos aqui algumas dicas básicas para orientar o projeto de uma clínica odontológica:

1º- Legislação
Peça ao seu arquiteto que consulte e estude as legislações que são importantes para os projetos da área de saúde: RDC-50 (anvisa.gov.br), orientações do Corpo de Bombeiros e orientações da Prefeitura Municipal (Código de Obras e Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) antes de iniciar o projeto. Não deixe de apresentar o projeto à Vigilância e à Prefeitura de sua cidade para aprovação. Se você conhecer o que pedem as leis, verá que elas estão do seu lado e não contra você.

2º- Organização – etapa I
Faça uma lista de todos os espaços que precisa ter na clínica: sala de espera para tantas pessoas, número de consultórios e ambientes de apoio. Pense no dia a dia do seu trabalho e leia a listagem da RDC-50 para ter certeza de que não se esqueceu de pedir no projeto algum espaço importante. É comum que os dentistas se esqueçam de alguns ambientes de apoio durante o projeto e só perceberão isso quando estiverem trabalhando na clínica nova.

3º- Fluxo
A clínica deve ser projetada para que funcione sem o cruzamento de fluxos. Toda a parte clinica deve poder funcionar sem que funcionários tenham de passar pela sala de espera, por exemplo. É muito desagradável um funcionário ter de passar com material a ser esterilizado pela sala de espera ou você ter de cumprimentar os clientes toda vez que precisar sair do consultório para ir até a copa ou ao banheiro... Por isso, faça com que a planta seja organizada de maneira a deixar a sala de espera livre do transito interno da clínica. Na prática, basta colocar a sala de espera de um lado e todo o restante da clinica do outro lado da planta, de preferência com uma porta entre os dois lados. Existem outros cruzamentos de fluxo indesejáveis: passar por dentro da esterilização para ir ao banheiro, copa ou laboratório, por exemplo. Para resolver esta questão, separe os ambientes sujos dos limpos e ligue cada um deles direto na circulação.

4º- Organização – etapa II
Faça uma lista de todos os materiais e equipamentos que serão guardados dentro de cada móvel (balcão da recepção, armário do escritório, armários clínicos e etc). Assim você estará garantindo que estes móveis serão realmente projetados para atender suas necessidades e não apenas para serem bonitos... É comum existirem móveis lindos e totalmente desorganizados por simples falta de lugar para colocar tudo que precisa ser colocado neles. Considere que vai precisar de espaço em armários para organizar papéis, fichas de clientes, documentações, equipamentos, materiais de consumo e materiais de limpeza. Onde você irá guardar a caixa grande de luvas descartáveis ou o fardo de papel higiênico, por exemplo?

5º- Dimensionamento
Cada clinica precisa ser dimensionada de acordo com a demanda de atendimento. E cada ambiente precisa ser dimensionado para o trabalho ou atividade que será realizado nele. A quantidade de lugares na sala de espera, por exemplo, deve ser calculada de acordo com as especialidades atendidas, os horários de trabalho e com o comportamento dos seus clientes. Para clínicas de ortodontia, devido à alta rotatividade no atendimento, o ideal é ter de 3 a 4 assentos na sala de espera por cada cadeira clinica. A maioria das outras especialidades funciona bem com 2 a 3 assentos por cadeira clinica, mas se você se atrasa com freqüência nos atendimentos ou se seus clientes tem o costume de trazer mais de um acompanhante, aumente a quantidade de lugares na recepção para não correr o risco de deixar clientes em pé. Mas tome cuidado com o exagero! Uma sala de espera enorme, cheia de assentos que na maioria das vezes não são ocupados pode criar no cliente a sensação de que existe algo de errado com a clínica... É como um restaurante que tem sempre a maioria das mesas vazias. A impressão é de que a comida do lugar não deve ser boa! Depois de definir a quantidade de lugares, calcule de 1,6 a 2 m² para cada um deles para dimensionar corretamente sua sala de espera.
Outros dimensionamentos importantes: a legislação pede que um consultório odontológico tenha, no mínimo, 9 m² (uma sala de três por três metros é bastante ergonômica). Para algumas especialidades um consultório de 12 m² (três por quatro metros) pode ser mais adequado devido ao grande número de equipamentos necessários para os procedimentos. Mas um consultório com mais de três metros de largura já passa a ser um problema para a ergonomia e um desperdício de espaço. Salas clínicas projetadas para mais de uma cadeira (de ortodontia, por exemplo) devem ter no mínimo 6 m² por cadeira e uma pia a cada duas cadeiras. Peça ao seu arquiteto que consulte a RDC-50 para o correto dimensionamento dos outros ambientes da clinica, como sala de esterilização, rampas e etc.

A seguir reunimos dicas que podem interferir no projeto de arquitetura de alguns ambientes. A decoração de cada sala, que faz parte de outra etapa do projeto, deverá ser baseada no perfil do cliente que será atendido e será tratada com mais detalhes em outro artigo:

1. Sala de espera
- deve ter iluminação natural, sempre que possível, para dar maior conforto aos clientes. Na iluminação artificial, calcule em torno de 15w/m2 e dê preferência a lâmpadas que criem um ambiente mais aconchegante e menos branco, com luminárias mais decorativas.

2. Corredores
- não crie corredores compridos e estreitos, que causam mal estar nos clientes e que não poderiam ser aprovados pela Vigilância. A legislação pede corredores com 1,20m de largura, no mínimo. Se existir a possibilidade, coloque janelas para iluminar estas circulações. Não sendo possível, distribua quadros nas paredes de um dos lados para quebrar a monotonia.

3. Escritório
- separe o escritório do consultório sempre que houver área suficiente para isso. Crie um escritório agradável, com móveis que te permitam organizar tudo que for necessário. É importante que o cliente te conheça atrás de uma mesa organizada, sem excesso de papéis, fichas, canetas e outros objetos que claramente deveriam estar guardados. E lembre-se: livro não é enfeite! Fuja da tentação de decorar seu escritório com prateleiras cheias deles... elas só servirão para acumular sujeira.

4. Sala clínica
- esta sala deve ser a mais organizada de toda a clínica, mostrando sempre uma bancada clara, limpa, sem excessos. Para isso, procure uma empresa especializada em armários clínicos e projete-os com espaço interno para todos os equipamentos que podem ficar guardados. Assim, apenas o imprescindível ficará sobre a bancada, que mostrará ao cliente com clareza que pode ser higienizada facilmente e com freqüência.
- coloque a cadeira clinica com os pés virados para a janela para ter melhor iluminação natural e para dar mais privacidade ao cliente que não ficará olhando para a porta de entrada.
- A maioria dos trabalhos clínicos precisa de uma ótima visualização das cores, por isso a iluminação natural é muito importante nesta sala. Escolha salas com janelas grandes e iluminadas. Para a iluminação artificial, calcule no mínimo 18w/m2 e use lâmpadas com IRC alto (Índice de Reprodução de Cores). Uma boa opção é a Lumilux de Luxe T5 HO da Osram, fluorescente de elevada reprodução de cores. Mantenha o teto pintado na cor branco neve.

5. Depósito de material de limpeza
- o depósito de material de limpeza normalmente é esquecido nos projetos, mas é um espaço muito importante para o bom funcionamento de uma clinica. Nele deve haver um pequeno tanque para lavar o pano de chão e prateleiras para os materiais de limpeza. Se a clinica for pequena e não houver espaço, crie um armário para os materiais e coloque uma torneira baixa no sanitário dos funcionários para o pano de chão.

6. Sanitários
- a clinica deve ter, no mínimo, um sanitário para os clientes (adaptado para deficientes) e outro para os funcionários. O ideal é que exista um sanitário de clientes para cada sexo.
É lógico que uma clínica grande tem maior facilidade para resolver todas estas questões porque tem área para isso. Nas clínicas menores ou nos consultórios, precisamos adaptar os conceitos acima, projetando opções criativas que resolvam os problemas de forma que ainda assim a clinica esteja de acordo com a legislação.

Suelena Morais
Graduada em Arquitetura, com pós-graduação em Arquitetura Aplicada à Saúde pela USP e em Ciência do Comportamento. É especializada em marketing e em decoração de interiores. Desenvolve projetos arquitetônicos a distância para consultórios, clínicas, farmácias, laboratórios e hospitais. Presta consultoria para profissionais de saúde na otimização e na humanização do espaço físico de seus consultórios ou clínicas. Ministra palestras sobre o tema para profissionais de saúde em todo o Brasil.

RDC Nº 50 e Odontologia

NORMAS PARA PROJETOS FÍSICOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE

SELEÇÃO DAS PARTES DE INTERESSE PARA ODONTOLOGIA

RDC 50 / 2002 ANVISA – DISPÕE SOBRE O REGULAMENTO TÉCNICO PARA PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS FÍSICOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE

1.6. AVALIAÇÃO DE PROJETOS
Para execução de qualquer obra nova, de reforma ou de ampliação de estabelecimento assistencial de saúde – EAS é exigida a avaliação do projeto físico em questão pela Vigilância Sanitária local (estadual ou municipal), que licenciará a sua execução, conforme o inciso II do art. 10 e art. 14 da Lei 6437/77 que configura as infrações à legislação sanitária federal, Lei 8090/90 – Lei orgânica da Saúde e Constituição Federal.

A avaliação de projetos físicos de EAS exige a documentação denominada PBA – Projeto Básico de Arquitetura (representação gráfica + relatório técnico), conforme descrito no item 1.2.2.1 (consiste na definição gráfica do partido arquitetônico, através de plantas, cortes e fachadas (opcional) em escala livre) e ART prevista no item 1.3 (Responsabilidades) dessa Resolução.

Quando do término da execução da obra e solicitação de licença de funcionamento do estabelecimento, as vigilâncias sanitárias estaduais ou municipais farão inspeção no local para verificar a conformidade do construído com o projeto aprovado anteriormente. A equipe de inspeção deve possuir necessariamente um profissional habilitado pelo sistema CREA/CONFEA.

O proprietário deve manter arquivado em conjunto como o projeto aprovado pela vigilância sanitária, as ARTs referentes aos projetos complementares de estruturas e instalações, quando couber, conforme previsto no item 1.3 dessa Resolução.

1.6.1. Parecer Técnico
O parecer deverá descrever o objeto de análise e conter uma avaliação do projeto básico arquitetônico quanto a:
- Adequação do projeto arquitetônico às atividades propostas pelo EAS.
- Funcionalidade do edifício – verificação dos fluxo de trabalho/materiais/insumos propostos no projeto físico.
- Dimensionamento dos ambientes.
- Instalações ordinárias e especiais.
- Especificação básica dos materiais
O parecer deve ser conclusivo.

1.6.2. Procedimentos
Para edificações novas, sejam estabelecimentos completos ou partes a sem ampliadas, é obrigatória a aplicação total desta norma e da legislação em vigor.
Para obras de reforma e adequações, quando esgotadas todas as possibilidades sem que existem condições de cumprimento integral desta norma, devem-se privilegiar os fluxos de trabalho/materiais/paciente (quando houver), adotando-se a seguinte documentação complementar, que será analisada em conjunto com o projeto básico de arquitetura:

1. Planta baixa com leiaute dos equipamentos não portáteis (quando houver) e mobiliário principal, com as devidas dimensões consignadas ou representadas em escala;

2. Declaração do projetista e do responsável pelo EAS de que o projeto proposto atende parcialmente as normas vigentes para o desenvolvimento das atividades assistenciais e de apoio previstas, relacionando as ressalvas que não serão atendidas e o modo como estão sendo supridas no projeto em análise.
Procedimento igual ao das reformas deve ser seguido quando se tratar da adoção de uma nova tecnologia não abordada pela legislação sanitária, diferente das usuais.

2: DIMENSIONAMENTO, QUANTIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES PREDIAIS DOS AMBIENTES
Ambiente é entendido nesta norma como o espaço fisicamente determinado e especializado para o desenvolvimento de determinada(s) atividade(s), caracterizado por dimensões e instalações diferenciadas. Um ambiente pode se constituir de uma sala ou de uma área.

Unidade funcional: 1 – ATENDIMENTO AMBULATORIAL
Consultório odontológico coletivo:
• Dimensão mínima: a depender do equipamento utilizado. Distância mínima entre cadeiras odontológicas individuais numa mesma sala = 1 m
• Nº de consultórios/cadeiras necessários (as): NC = (A.B):(C.D.E.F)
A = População da área
B = Nº de consultas/habitante/ano
C = Nº de meses do ano
D = Nº de dias úteis do mês
E = Nº de consultas/turno de atendimento
F = Nº de turnos de atendimentos.
• Instalações: Água Fria, Ar comprimido Medicinal, Vácuo clínico.